Capítulo 8 - Zvony a nočni kluby (Badaladas e baladas)

11 de septiembre, 2021

Capítulo 8 - Zvony a nočni kluby (Badaladas e baladas)

Carlos recebe um recado de Lara, e acha que de trata de um desaforo. Mas, na verdade, os dois amigos são vítimas do humor sutil da cidade de Brno, que também arruína as chances de um encontro noturno em um bar que existe, apesar do nome dizer o contrário. Enquanto isso, as emoções crescem e se transformam... e vão subir de patamar.


Depois de escapulir do irritante Álvaro e sua mão boba, Lara conseguiu carona com um grupo de universitárias que seguiam para Brno. As três meninas foram muito simpáticas e solidárias a Lara, e indicaram um hostel perto do centro da cidade que, por sorte, tinha uma cama disponível para aquela noite.

Mas Lara mal conseguiu dormir, pensando no amigo Carlos e nos quinhentos post its que ele colou nos banheiros químicos, apenas para encontrá-la. Isso tinha sido um grande gesto de amor...

Lara se surpreendeu com seu próprio pensamento – amor...? Carlos a... amava?

Recapitulou mentalmente os últimos loucos dias e começou a perceber um padrão de comportamento nas atitudes do amigo.

Tresloucado, mas apaixonado. Será...? Queria ligar para ele, e perguntar tudo, na lata, mas desde o desencontro em Praga ela estava com dois celulares e ele, com nenhum.

Aliás, os celulares a estavam deixando louca. Um marcava um horário, e outro marcava uma hora mais tarde. Certamente alguma diferença na atualização do fuso horário, mas ela não sabia como ajustar. Na verdade, nem tinha certeza da hora exata, porque com o sono inquieto havia perdido a noção do tempo. Agora caminhava pela Praça da Liberdade, a principal da cidade de Brno. Lembrou que, durante sua pesquisa para a viagem, viu que a praça em que estava tinha um relógio astronômico. Sendo um relógio, deveria dizer as horas. E acabar com a dúvida causada pelos celulares.

Lara se postou em frente a uma estrutura de pedra preta, em forma de ogiva, com diversos sulcos e ranhuras. Esse era o relógio astronômico de Brno, bem diferentes dos que vira em Praga e Olomouc. Ele provavelmente marcava as horas, mas Lara não tinha a menor ideia de onde conseguir essa informação.

Circundou o estranho objeto e, quase instintivamente, colocou a mão em uma das aberturas da ogiva. No mesmo instante, o relógio começou a fazer um barulho estranho, como se algo estivesse se mexendo dentro dele. Alguns segundos depois, Lara sentiu algo cair na sua mão, dentro do buraco.

Lara recolheu a mão fechada e, ao abrir, viu uma pequena bolinha de cristal. O brilho do sol batendo na pequena esfera fez Lara lembrar, quase que imediatamente, dos olhos de Carlos. Olhos que brilhavam quando olhavam para ela.

De repente, Lara ouviu uma badalada. Era o sino da catedral, anunciando uma hora cheia. Lara olhou para seus dois celulares. Um marcava 11 horas. Ou outro, meio-dia. Mas qual estava certo? Se fossem onze, Lara ainda teria tempo até o encontro com Carlos. Mas se fossem doze, ela estava atrasada.

Lara saiu correndo, o mais rápido que conseguiu. A Praça do Repolho estava há uma quadra e meia de distância, e ela precisava chegar lá o quanto antes. Enquanto desviava dos transeuntes, mantinha a atenção nas badaladas do sino da igreja. Elas indicariam a hora exata. Como nos velhos tempos, quando não existiam celulares, nem relógios astronômicos.

Uma. Duas. Três. Lara chegou na esquina. Quatro. Cinco. Seis. Lara começou a subir a rua. Sete. Oito. Nove. Lara chegou ao início da praça, lotada de barracas de frutas, hortaliças e vegetais.

Dez. Lara correu para a fonte no centro da praça.

Onze. Lara olhou atentamente ao redor, e esperou. Viria mais a badalada derradeira?
Doze.

O coração de Lara se despedaçou.

Quando o sino da igreja soou doze badaladas, a Praça do Repolho estava lotada de gente. Mas estava vazia de Carlos.

 

*****

Carlos estava furioso. Depois de todo esforço colando post its em banheiros químicos – alguns bem nojentos – Lara tinha se dado ao trabalho de ir até Brno apenas para mandar um recado desaforado? Encontrá-la em um bar que não existia! Pois se ela queria ficar com Álvaro, que ficasse. Não precisava ter ido a Brno só para esfregar na cara dele sua felicidade.

Agora não havia mais o que fazer. Era pegar as coisas no hotel em que havia passado a noite – mais uma vez o cartão de emergências havia sido acionado – e voltar para Praga, e de lá para o Brasil. Sozinho.

Carlos estacou, no meio da rua. Pensando pelo lado positivo, ele estava livre. Podia fazer o que quisesse, sem ter que ir atrás de Lara. E, quando estavam planejando a viagem, Lara havia cortado do roteiro um lugar para o qual ele queria muito ir.

Então estava decidido. Carlos iria para o Paraíso Tcheco.

 

*****

Lara chorava copiosamente na fonte central da Praça do Repolho. Era ali que ela e Carlos haviam programado tirar um selfie e enviar para os amigos e, agora, ela estava só. Sem amigos. Sem selfie. Sem Carlos.

- Moça, você está bem? – Uma voz se dirigia a Lara, em tom consternado.

Lara virou e viu um rapaz um tanto alto, vestindo um jeans velho, uma camisa branca com um colete de couro por cima. Na cabeça, um chapéu com abas caídas em tecido marrom escondia os cabelos em estilo rastafári. Uma tira prendia ao tórax um violão, que nesse momento estava virado para trás, pendurado em suas costas.

Lara tentou responder algo, mas os soluços e as lágrimas atrapalhavam.

- Ele não veio... ele não veio... – Foi tudo que conseguiu dizer.

O músico logo entendeu do que se tratava. Moça ama rapaz, marca encontro, ele dá o bolo. Um caso clássico que, como artista de rua, já tinha visto outras vezes. Mas essa menina estava quase descontrolada, de tanto chorar.

- Moça, tenha calma... Talvez ele ainda apareça – O músico estava constrangido, e na verdade tinha dúvidas sobre a própria afirmação.
Lara continuava a chorar. O rapaz tentou uma nova abordagem.

- Olha, vamos fazer o seguinte: peça uma música e eu toco. Por conta da casa. Enquanto isso, damos um tempinho a mais para ele aparecer, tá bom?

E, empunhando o violão, continuou:

- Peça aí. Que música você quer?

Lara fungou, recompondo-se brevemente da choradeira. Em seguida, disse, com a voz ainda pastosa:

- Você conhece “Esse cara sou eu”?

 

*****

Carlos estava na recepção do hotel Plaza International, um elegante hotel no centro de Brno, onde passara a noite. Havia acabado de pedir a conta para a recepcionista Alena (o nome estava escrito no crachá) e, enquanto acessava o computador, ela reparou na cara fechada de Carlos.

- Foi tudo bem com sua estadia, senhor? – a pergunta costumava ser protocolar, mas Alena de fato queria saber o que se passava. Por sorte, Carlos estava ansioso para desabafar.

- Com a estadia, sim. Mas a pessoa que vim encontrar foi terrivelmente cruel comigo. Imagine que ela disse para encontrá-la num bar que ninguém sabe onde é!

Alena deu uma risada, enquanto trazia o papel com a conta. E completou:

- Rá, rá. Isso é muito Brnense... Bares escondidos, estátuas provocativas, sino que toca na hora errada... Faz parte desse nosso senso de humor da cidade.

Carlos parou em frente à folha de papel com os números apresentada por Alena.

- Como assim, sino que toca na hora errada?

- É uma longa história, mas há muitos séculos o sino de nossa catedral bate doze badaladas às onze horas da manhã. Isso confunde muita gente.

Carlos começou a juntar os pontos. E se Lara tivesse se confundido com as badaladas, e chegado à praça uma hora antes? Isso era a cara dela, incapaz de manter um horário sem um atraso. Nesse caso, porém, sem um adiantamento. Mas, se foi isso, por que a mensagem desaforada? Carlos precisava de mais informações.

- Pode me falar mais sobre esse bar que ninguém vê?

- Ah sim. É um bar que não tem placas na porta, ou qualquer tipo de sinalização. Somente quem sabe que ele existe consegue encontrá-lo. E é um bar muito bom, maluco como a noite nessa cidade – aparentemente, Alena gostava da baladas de Brno.

- E você sabe onde fica? – Carlos se inclinava no balcão.

- Por sorte, aqui pertinho. Posso lhe dizer como chegar.

Alena esperava que Carlos tirasse um cartão de crédito da carteira para pagar a conta apresentada na folha. Mas, em vez disso, ele amassou o papel.

- Acho que vou ficar mais uma noite.

E, aí sim, tirou o cartão de crédito da carteira.

 

*****

O músico de rua, que se chamava Jiří, não conhecia o sucesso do rei Roberto “Esse cara sou eu”. Mas conhecia outras canções, a maioria em inglês, e tocou três delas até ficar claro que Carlos não apareceria. Lara não chorava mais, porém estava visivelmente desolada.

- Não adianta, acabou – Lara se levantou, sacudindo o pó da calça jeans – Não tenho mais o que fazer, a não ser ir embora.

- Mas não perca a esperança. Vai ver aconteceu algo, e ele se atrasou – Jiří tentava achar uma desculpa plausível.

Lara não acreditava nessa opção. Mas queria acreditar que ela e Carlos ainda podiam dar certo. No curto prazo, seus planos eram conhecer melhor Brno, uma cidade que ela fizera questão de incluir no roteiro. E, à noite, beber – para anestesiar a dor e, com sorte causar uma leve amnésia.

- Jiří, qual o bar mais legal dessa cidade? – Lara já tramava os planos noturnos.

- Eu gosto do Bar que Não Existe. Ótimos coquetéis por lá.

- Como assim, não existe?

- Esse é literalmente o nome do bar: který neexistuje, “Bar que não existe” – e completou – Esse tipo de coisa acontece aqui em Brno. Nomes engraçados, relógios astronômicos em forma de bala... É nosso senso de humor.

- Bom, que seja – Lara olhou ao redor, verificando a melhor direção a seguir – Jiří, pode me fazer um favor? Se o Carlos por acaso aparecer, diga para ele que se ele ainda quiser, podemos conversar essa noite, nesse Bar Que Não Existe.

 

*****

Oito e meia da noite. As instruções da recepcionista Alena eram precisas. Carlos deveria andar pela rua em frente ao hotel, e contar exatamente quatro portas depois da esquina. Não haveria placas, não haveria luminosos, sequer um cardápio na entrada. Ele deveria subir os dois degraus e bater na madeira da porta azul.

E agora lá estava ele em frente a porta mencionada, pintada em um tom pálido de cerúleo. Nenhuma indicação de que ali havia um bar.
Carlos bateu três vezes com os nós dos dedos de sua mão direita fechada.

Após alguns segundos, a porta se abriu e, detrás dela, um mordomo vestido em roupas bizarras, de cores vibrantes, que disse:

- Bem-vindo ao nosso Circo.

Ao passar pelo umbral, toda a paisagem se transformou. A casa impessoal no lado de fora abriu-se em um grande ambiente, com uma decoração extravagante. Um longo bar se estendia por toda a largura do salão, com inúmeras garrafas na parede do fundo, que era revestida por espelhos. As mesas eram dispostas em uma espécie de arquibancada, que permitiam uma visão de todas as mesas, mesmo com o ambiente escuro.

Carlos sentou-se em uma mesa bem no alto, e começou a procurar por Lara através do salão. Um garçon se aproximou, roupas tão extravagantes quanto as do mordomo que abrira a porta. Trazia uma bandeja cheia de objetos incomuns. Pareciam ser brinquedos antigos.

- Nosso cardápio, senhor.

Carlos estranhou, e o garçon logo explicou que cada brinquedo antigo simbolizava um estado de espírito, e a partir dessa informação, o barman da casa prepararia a bebida mais adequada para Carlos e seu estado de espírito.

Lembrou de Alena e da observação sobre o senso de humor peculiar da cidade. Essa era mais uma manifestação.

Carlos escolheu um patinho de borracha, enquanto comentava com o garçon:

- É, vocês realmente não existem... Um bar que não existe!

E o garçon respondeu, levemente contrariado:

- Não, não. Nós somos o Super Panda Circus. O Bar que Não Existe fica do outro lado da cidade.

Photo: Super Panda Circus

Carlos sentiu um frio na espinha. Estava no bar errado.

 

*****

Do outro lado da cidade – ou nem tanto, na verdade eram apenas quinze minutos a pé - Lara estava no verdadeiro Bar que Não Existe que, como agora ela sabia, existia. Um estabelecimento bem movimentado, especializado em drinques de diversos tipos. Lara já havia provado uns cinco, e o relógio já passava das nove.

Photo: Bar que Não Existe

Carlos não aparecera.

Isso significava que ele nunca chegou à Praça do Repolho, nunca encontrou Jiří, nunca recebeu o recado. Ou tudo isso tinha acontecido, e ele simplesmente não quis encontrá-la.

Mas por que não, depois de todo o trabalho com os post its em Ostrava? Teria acontecido alguma coisa... ou alguém?
Não tinha resposta para isso, mas tinha os fatos: Carlos não estava ali.

Pediu a conta e pagou os cinco ou mais drinques. Felizmente agora tinha dinheiro, depois de fazer um saque emergencial da sua poupança. Era um dinheiro que havia guardado para um eventual casamento – teve alguma ilusão quando namorava Álvaro, mas ela logo se dissipou. E agora aqueles reais parados estavam encontrando um bom uso – cinco ou mais coquetéis e uma viagem de volta a Praga.

Mas o voo de volta para o Brasil só sairia dali a alguns dias. Ainda tinha tempo para ver algum outro lugar na República Tcheca. Mas estava cansada de cidades, de baladas e badaladas. Queria sumir, se isolar em algum lugar na natureza, algum lugar alto, que pudesse olhar para seus problemas de cima, a ponto de vê-los pequeninos como formigas...

Enquanto recebia o troco, perguntou para o atendente, com a voz empastada pela bebida:

- Desculpe, pode me dizer qual é o lugar mais alto da República Tcheca?

O rapaz estranhou a pergunta, mas respondeu:

- Er... as montanhas Krkonoše, eu acho. No norte do país.

- Então é para lá que eu vou – Lara pegou o troco, saiu resoluta pela porta que ficava bem na esquina, e virou na rua da direita.

Carlos chegou ao bar, esbaforido. Pela rua da esquerda.

 

Capítulo 8 - Z výšky se i problémy zdají být menší (Do alto, os problemas também são menores)

A Estreia em 4 / 11


1

Capitulo 1 - Viva sua novela na República Tcheca (Vítejte)

Capitulo 1 - Viva sua novela na República Tcheca (Vítejte)

Um jovem casal de amigos chega a Praga, na República Tcheca, inspirados por uma novela da TV. Carlos é secretamente apaixonado pela amiga Lara, e nutre esperanças de que o romantismo da cidade o ajude na conquista. Em meio às primeiras descobertas da cidade, os dois acabam se separando acidentalmente, e agora Carlos precisa partir em uma busca para reencontrar a companheira

Leia mais

2

Backstage - Vítejte (Bem-vindos)

Backstage - Vítejte (Bem-vindos)

O primeiro capítulo se passa em Praga, capital da República Tcheca, e traz diversas atrações da cidade como cenário da história. Acesse o backstage e conheça um pouco mais de cada uma delas, e tenha acesso a conteúdos extras sobre os locais.

 

Leia mais

3

Capítulo 2 - Petilistá růže (Rosa de 5 pétalas)

Capítulo 2 - Petilistá růže (Rosa de 5 pétalas)

Após Lara embarcar em um ônibus errado, Carlos tenta achar um meio de reencontrá-la. Seus esforços, porém, o levarão para outra cidade tcheca, em meio a um festival histórico, onde um novo amigo o ajudará a contatar Lara. Conseguirá Carlos seguir para os braços da amiga? 


Leia mais

4

Backstage - Petilistá růže (Rosa de 5 pétalas)

Backstage - Petilistá růže (Rosa de 5 pétalas)

O segundo capítulo tem como cenário Cesky Krumlov e Ceske Budejovice, duas cidades da Boêmia do Sul.

Leia mais

5

Capítulo 3 – Karlovy hrady (os castelos de Carlos)

Capítulo 3 – Karlovy hrady (os castelos de Carlos)

No próximo capítulo, vamos ver aonde Lara foi parar depois de pegar um ônibus errado – os castelos de Karlstejn, Krivoklat e Loket. E, A bordo de um ônibus errado, Lara faz uma nova amiga enquanto tenta contatar Carlos. Em meio a castelos e mal-entendidos, ela chega a Karlovy Vary, onde uma estagiária tem uma ideia cinematográfica para reunir novamente Lara e seu amigo. Mas será que Carlos receberá a mensagem?

Leia mais

6

Backstage – Karlovy hrady (os castelos de Carlos)

Backstage – Karlovy hrady (os castelos de Carlos)

O terceiro capítulo tem como cenário dois castelos da Boêmia Central, dois locais na Boêmia Ocidental e uma pequena cidade na Boêmia do Sul.

Leia mais

7

Capítulo 4 – Na vině je pivo (A culpa é da cerveja)

Capítulo 4 – Na vině je pivo (A culpa é da cerveja)

Após receber o recado de Lara, Carlos se dirige a Pilsen. Lara, porém, sofre um contratempo que a leva a uma igreja sinistra, e se atrasa. Carlos tem problemas com um copo de cerveja e com a comunicação, e acaba entendendo que Lara foi para Telč. Então agora é Lara que precisa ir atrás do amigo, contando com uma santa ajuda.

Leia mais

8

Backstage - Na vině je pivo (A culpa é da cerveja)

Backstage - Na vině je pivo (A culpa é da cerveja)

O Capítulo 4 começa em Písek que, além da ponte de pedra mais antiga da República Tcheca, tem uma relação muito grande com a mineração de ouro da época medieval. 

Leia mais

9

Capítulo 5 – Tři jezera a ucho (três lagos e uma orelha)

Capítulo 5 – Tři jezera a ucho (três lagos e uma orelha)

A bordo de uma Kombi com cinco freiras, Lara está ao encalço do amigo Carlos, que foi atrás dela na cidade de Telč. Ao descobrir que ela não está lá, Carlos conta com uma ajudinha dos céus e parte atrás de Lara novamente. Uma curva errada, porém, e ele acaba em frente a uma orelha – e mais um mal-entendido separa os dois. 

 

Leia mais

10

Backstage - Tři jezera a ucho (três lagos e uma orelha)

 Backstage  - Tři jezera a ucho (três lagos e uma orelha)

O capítulo 5 faz uma breve menção ao mosteiro de Teplá, localizado perto de Karlovy Vary, e lar de uma linda biblioteca barroca.

Leia mais

11

Capítulo 6 - Silné chutě a vůně (Fortes sabores e odores)

Capítulo 6 - Silné chutě a vůně (Fortes sabores e odores)

Lara e sua amiga chegam a Štramberk, mas Carlos para em Olomouc. Um queijo fedorento, mas surpreendentemente saboroso, faz com que as amigas conheçam Jakub, um chef de cozinha que consegue marcar um encontro de Lara com Carlos em Olomouc. Mas uma surpresa surge e, assim como queijo, não cheira bem.

Leia mais

12

Backstage - Silné chutě a vůně (Fortes sabores e odores)

Backstage - Silné chutě a vůně (Fortes sabores e odores)

No Capítulo 6, Lara chega a Štramberk, cidade na Morávia-Silésia conhecida como Belém de Valašsko, por causa das casas pitorescas e ruelas estreitas. Há uma menção ao castelo de Stallenberg e à sua torre, chamada Trúba. 

Leia mais

13

Capítulo 7 - Barevna Ostrava (Ostrava colorida)

Capítulo 7 - Barevna Ostrava (Ostrava colorida)

Lara e Álvaro seguem para Ostrava, e Carlos vai atrás deles, sem saber como encontrá-los. Lara logo percebe que a viagem com o ex-namorado foi uma grande roubada, mas como reencontrar Carlos entre dez mil pessoas? Por sorte, o amigo tem uma grande ideia – e uma disposição ainda maior. 

Leia mais

14

Backstage - Barevna Ostrava (Ostrava colorida)

Backstage -  Barevna Ostrava (Ostrava colorida)

Nesse capítulo, Lara e Álvaro estão em Ostrava, antiga cidade industrial na região da Silésia. A siderúrgica onde acontece o show chama-se Vítkovice, e hoje é um espaço multicultural para grandes eventos. 

Leia mais

15

Capítulo 8 - Zvony a nočni kluby (Badaladas e baladas)

Capítulo 8 - Zvony a nočni kluby (Badaladas e baladas)

Carlos recebe um recado de Lara, e acha que de trata de um desaforo. Mas, na verdade, os dois amigos são vítimas do humor sutil da cidade de Brno, que também arruína as chances de um encontro noturno em um bar que existe, apesar do nome dizer o contrário. Enquanto isso, as emoções crescem e se transformam... e vão subir de patamar.

Leia mais

16

Backstage - Zvony a nočni kluby (Badaladas e baladas)

Backstage - Zvony a nočni kluby (Badaladas e baladas)

O capítulo 8 acontece integralmente em Brno, a segunda maior cidade da República Tcheca. A praça da Liberdade, onde Lara vê o relógio astronômico, é a principal da cidade.

Leia mais

17

Capítulo 9 - Z výšky se i problémy zdají být menší (Do alto, os problemas também são menores)

Capítulo 9 - Z výšky se i problémy zdají být menší (Do alto, os problemas também são menores)

Certos de que estão definitivamente separados, Lara e Carlos seguem viagem separados. Lara procura uma montanha alta, e Carlos literalmente sobe pelas paredes... de pedra. Em um hotel incomum e um trem rumo ao início, tudo pode acontecer. Mas será que acontece?

Leia mais

18

Backstage Capítulo 9 - Z výšky se i problémy zdají být menší (Do alto, os problemas também são menores)

Backstage Capítulo 9 - Z výšky se i problémy zdají být menší (Do alto, os problemas também são menores)

A parada nas viagens de Lara e de Carlos acontece na cidade Hradec Kralové, na Boêmia do Leste, conhecida como Salão da República pela importância que teve no processo de independência do país.

Leia mais

19

Capítulo 10 - Zpět na začátek (De volta ao início)

Capítulo 10 - Zpět na začátek (De volta ao início)

A saga desencontrada de Carlos e Lara chega ao fim. Depois de vários dias em um jogo de gato e rato, descubra o que acontece com os dois amigos no final folhetinesco da história.

Leia mais

20

Backstage - Capítulo 10 - Zpět na začátek (De volta ao início)

Backstage -  Capítulo 10 - Zpět na začátek (De volta ao início)

O último capítulo se passa em Praga e nossos queridos amigos percorrem vários locais da capital tcheca.

Leia mais